Quer dizer não se trata de uma lei que regula as uniões homossexuais mas sim modifica a atual Lei de Matrimônio eliminando as palavras homem e mulher de todo o texto. O projeto de lei obteve 183 votos a favor, 136 em contra e 6 abstenções.
Em concreto, as conseqüências na educação seriam muito graves. As palavras homem-mulher, menino-menina, pai-mãe seriam deixadas de lado por ser discriminatórias. Em seu lugar, proporia-se que cada um procure sua própria identidade sexual tal como o propõe a “ideologia de gênero”. Todas as “orientações sexuais” seriam válidas: homossexualidade, heterossexualidade, bisexualidade, transexualidadw, transgénero ou “sexo intergeneracional” (criativo eufemismo para a pedofilia). Nenhum pai de família poderia reduzir este infame menu sem ser acusado de discriminação e qualificado de “homófobo”, “fundamentalista” ou algo parecido.
O Foro da Família da Espanha e o Instituto de Política Familiar elaboraram o mais completo relatório científico sobre o desenvolvimento infantil em casais do mesmo sexo que foi apresentado já no Senado da Espanha. Seu título é “Não é igual” e seu propósito é mostrar os dados objetivos da realidade das uniões homossexuais:
• 42% dos homossexuais reconhece ter sofrido abusos sexuais sendo menor.
• 29% dos filhos adotados por homossexuais sofrem abusos sexuais paternos contra 0.6% de filhos de pais heterossexuais.
• 69% de homossexuais entre 30 e 40 anos tem contato com menores de 16 anos.
• 78% de homossexuais participa de sexo em grupo.
• Em USA, os homossexuais tem uma média de 50 casais em sua vida e a fidelidade ao casal é de 2%.
• Na Holanda a duração média de uma relação homossexual estável é de ano e meio.
Junto a isso, são mais de um centenar de tratados e acordos internacionais que concluem que o matrimônio e a família tradicional são o melhor entorno para criar aos filhos.
Dado que a maioria dos Deputados espanhóis votaram pela pressão do lobby “gay” e de costas à realidade e aos compromissos internacionais, a pergunta é: poderá pesar mais a força daqueles que defendem a família?. Os senadores espanhóis seguirão a linha liberal do Rodríguez Zapatero que sem dúvida repercutirá na América Latina? por agora a Manifestação pela Família denominada 18-J, que vai se realizar amanhã promete ser multitudinária e terá réplicas em algumas Embaixadas da Espanha em países latino-americanos.

Descargar (word) (pdf)
Aviso: Se por algum inconveniente, na hora de descarregar o archivo aparecer uma opção pedindo a senha, cancele a opção e a descarga continuará normalmente.

É a maior adesão de associações e federações internacionais a uma manifestação que nunca se produziu no España. Se trata do maior apoio internacional a uma manifestação em toda a história da democracia espanhola.
É uma demonstração de solidariedade internacional entre o ONG´s sem precedentes e que converterá Madri o próximo 18-J na Capital Mundial da Família.
(Madri, 16 de Junho 2005). 15 federações internacionais presentes em mais de 60 países e mais de 1.000 ONG de 27 países, representantes diretos de 30 milhões de famílias, expressaram seu apoio na roda de imprensa celebrada em Madri esta manhã, seu apoio à manifestação que se celebrará na próximo sábado 18 de junho em Madrid a favor da infância, o matrimônio e a liberdade, e em contra do projeto de lei do novo governo socialista na Espanha, que permite a adoção por casais homossexuais e equipara a estas com o matrimônio.
Sob o lema “A Família importa sim”, e convocada pelo Foro Espanhol da Família - a maior plataforma de associações familiares da Espanha, associação de caráter civil, formada por mais de 5.000 associações, 20 confederações e 117 federações, que representam a mais de 4 milhões de famílias- se celebrará no próximo 18 de junho em Madri (Espanha) uma manifestação pela defesa do direito dos meninos a ter um pai e uma mãe.

OS DADOS
O apoio e adesão internacional por parte das ONG´s à manifestação convocada pelo Foro Espanhol da Família para o 18 de Junho superou amplamente todas as expectativas da Rede Européia do Instituto de Política Familiar. Pode-se resumir em:
- 15 Federações Internacionais presentes em mais de 60 países
- mais de 1.000 associações (400 européias, 650 americanas e 25 da Oceania)
- 30 milhões de pessoas representadas
- 4 continentes (América, África, Europa, e Oceania)
- 27 países (16 europeus, 9 americanos, 1 da África e 1 da Oceania)
Trata-se do maior apoio internacional a uma manifestação em toda a história da democracia espanhola.
É uma demonstração de solidariedade internacional entre o ONG´s sem precedentes e que converterá a Madri no próximo 18-J na Capital Mundial da Família.
À roda de imprensa assistiram:
Sharon Slater, Presidenta do United Families International (USA) ,María del Prete, Vice-presidenta da plataforma familiar latino-americana “Rede Família”, Jean Louis Thes, Presidente do Institut do Politique Familiale (França), Alain Soury_Lavergne, Presidente da Union dê Familles no Europe, Lola Velarde, Vice-presidenta da Rede Européia do Instituto de Política Familiar Benigno Blanco, Vice-presidente do Foro Espanhol da Família
“É a maior adesão de associações internacionais a uma manifestação que nunca existiu na Espanha e acredito, sem temor a me equivocar, no mundo inteiro“ assinalou Lola Velarde, Vice-presidente da Rede Européia do Instituto de Política Familiar -entidade que promoveu e coordenou esta reação internacional contatando com instituições dos cinco continentes para que expressem seu apoio e adesão à manifestação no próximo sábado 18 de Junho.“Propomos a família natural como unidade indispensável com a que toda pessoa precisa contar para seu pleno desenvolvimento humano. Não se trata de rechaçar a ninguém -assinalou Lola Velarde, Vice-presidenta da Rede Européia do Instituto de Política Familiar, entidade encarregada da coordenação internacional- trata-se de evitar o sofrimento de crianças e jovens e promover a família como unidade indispensável com a que toda pessoa precisa contar para seu pleno desenvolvimento humano. Não se trata de rechaçar a ninguém, mas sim de evitar o sofrimento de meninos e jovens. É esta convicção, compartilhada por milhões de pessoas, a que gerou este movimento internacional sem precedentes em defesa da família e da infância que está acontecendo na Espanha”
“Às centenas de milhares de famílias espanholas que sairão à rua no próximo sábado 18 de junho terei que lhe somar os mais de 30 milhões de pessoas que se aderiram nas mas de 1.000 associações e federações de associações internacionais de 25 países com o qual converterá a Madri na capital mundial da Família”, prossegue a representante da Rede Européia.
Por sua parte Benigno Blanco, Vice-presidente do Foro Espanhol da Família afirmou durante a roda de imprensa: “O Governo espanhol, desde o ponto de vista das políticas de Estado dirigidas à família, caracterizou-se por três chaves: Em primeiro, por sua falta de diálogo demonstrado tanto ao negar-se a receber em reiteradas ocasiões em que foi-lhe pedido uma reunião com as associações familiares. Em segundo lugar, por ignorar conscientemente as mais de 700.000 assinaturas que se apresentaram na Câmara Legislativa e que obriga ao governo espanhol a debater em dita câmara uma Iniciativa Legislativa Popular encaminhada a definir o matrimônio de uma forma clara e precisa. E em terceiro lugar, por querer implementar medidas regressivas para a família. Por tudo isso, era necessário lhe demonstrar ao Governo que está legislando de costas à sociedade”. “O governo socialista espanhol, conclui o Vice-presidente do Foro, enfrenta-se a uma maciça oposição social na Espanha com um apoio internacional sem precedentes”.
O Presidente do Institut do Politique Familiale (França) - Jean Louis Thes- assinalou que :
Sentimo-nos solidários com o que está acontecendo na Espanha, já que o que hoje pretendem passar na Espanha, amanhã o tentarão na França, já que forma parte de uma estratégia internacional do lobby homossexual para impor o matrimônio homossexual e a adoção, a pesar do rechaço da sociedade e as famílias. É assim conseguiriam introduzir várias medidas preparando o «matrimônio » homossexual no mesmo projeto de constituição européia, que a França acaba de rechaçar. Thés conclui que “ O movimento familiar francês se felicita da enorme mobilização -espanhola e internacional - que se manifesta na ocasião dos projetos de lei anti-familiares e extremistas do governo espanhol”
María del Prete – Vice-presidenta Internacional da Plataforma latino-americana ”Rede Família”- entidade que engloba a mais de 200 associações e representa a mais de 2.000.000 de famílias da América Latina- afirmou que ….
“SIM estamos de acordo em que deve respeitar-se todo ser humano pela dignidade que lhe é inerente. SIM estamos de acordo em campanhas contra a discriminação para qualquer pessoa. SIM estamos de acordo em promover e respeitar os direitos e liberdades fundamentais de todos. SIM concordamos em ajudar aos que padecem o HIV/AIDS. Mas isso NÃO SUPÕE que estejamos de acordo com que a uniões de pessoas do mesmo sexo sejam equiparadas com o matrimônio nem com que estes casais adotem menores de idade. Pelo anteriormente exposto e por que também para nós, “a família SE importar”, aderimo-nos à iniciativa cidadã do Foro Espanhol da Família, “Pelo direito a uma mãe e um pai”, “Pela liberdade”.
Por último, a presidente presidenta do United Families International (USA) –entidade que representa a mais de ---- famílias dos Estados Unidos, “Sharon Slater afirmou que “Tal e como está o matrimônio, estarão os filhos, estará o país e estará o mundo. devido a que vivemos em uma sociedade global, o que ocorre na Espanha importa ao resto do mundo. Opomo-nos decididamente a qualquer tipo de rechaço para as pessoas homossexuais. Mas isto não significa que devamos organizar nossa sociedade em um modo tal que se desvalorize o matrimônio heterossexual e se crie um novo modelo social com o apoio governamental que deliberadamente prevê aos meninos de ter um pai e uma mãe. Os pais e mães sim importam. Tanto o pai como a mãe fazem uma contribuição única para a formação de seus filhos, de sua identidade sexual e seu desenvolvimento psico-social, e os meninos que se encontram privados de um pai ou de uma mãe contam nesse sentido com uma clara desvantagem. Não há nada mais importante para o futuro da Espanha, como sociedade e como uma grande nação, que a proteção do matrimônio e a família”.
| A Lic. Araceli Ramilo a propósito da luta contra um projeto de Educação Sexual liberal na cidade de Buenos Aires nos relatava algumas situações tragicómicas sobre esta abordagem da educação na ambigúidade sexual obrigatória:
Uma criança de 6 anos pergunta ao seu pai “Quando eu ficar mais velho e estiver para casar, vou me casar com um homem ou com uma mulher?”
E outra perguntava: “Se eu me casar com uma mulher, o que acontece se depois ela quer virar homem?” |
|
ver
Boletim 18 (17/06/2005)
|