É conhecido por quase todos as privações que enfrentam estes pequenos grupos no gélido norte. Por que adicionalmente se lhes deve negar ter filhos, o qual representa a única garantia de que sobreviverão como comunidade nativa no futuro?
A maioria de pessoas pró-vida sabe que Planned Parenthood aponta preferentemente às minorias étnicas e as converte em branco de seus programas.
Quatro de cada cinco clínicas de Planned Parenthood nos Estados Unidos estão localizadas em vizinhanças de gente que pertence a minorias e têm como objetivo prioritário à população negra. Cerca de um terço de todos os abortos nos EUA são realizados em mulheres negras. É obvio, disfarçam as cifras dizendo que se trata apenas de 13% da população. Esta organização, que recebe cada ano mais de $300 milhões em financiamento por parte do governo dos EUA, inclusive aceita doações especificamente destinadas à eliminação de bebês negros, como recentemente se informou.
A segunda minoria norte-americana, quer dizer a população hispana, também é objeto de uma constante perseguição. A literatura de morte que distribui Planned Parenthood foi amplamente traduzida ao espanhol enchendo as comunidades hispanas conservadoras com seus panfletos. Contrataram “diretores comunitários” todos de fala hispana para serem mais efetivos com as latinas, e em alguns casos se lhes paga uma comissão por cada moça que levam. Gastam exorbitantes somas de dinheiro difundindo sua mensagem de morte e mentiras que dirigem à comunidade latina.
Mas o que a maioria de pessoas não sabe é que inclusive os pequenos grupos étnicos, especialmente se forem católicos, são objeto de interesse preferencial por parte de Planned Parenthood.
Tomemos como exemplo o caso dos nativos da Alaska, a gente que historicamente chamamos esquimós ou o povo inuit. Graças aos heróicos esforços da Diocese Missionária de Alaska do Norte, muitas destas pessoas se converteram ao catolicismo durante o século passado. Entretanto, ao mesmo tempo, devido aos implacáveis esforços de Planned Parenthood, estes têm um dos mais altos índices de aborto dos Estados Unidos.
São estranhas as investigações prévias sobre este assunto. Cifras preliminares dadas a conhecer por Karen Louis, o Diretor Executivo de Direito à Vida na Alaska. Louis analisou as estatísticas do período de 1988 a 1997 e publicou um informe que levou por título “Racial Breakdown of state-funded abortions”. Este relatório mostrou que enquanto o número de nativos de Alaska constituíam só o 16% da população desse Estado, o número de abortos realizados com financiamento do governo nessa população nativa era 32%, quase um terço dos abortos. Existem 2.51 abortos por cada mil nativos de Alaska por ano, em comparação dos 1.25 abortos por cada mil na população de raça branca.
A Planned Parenthood está no negócio de procurar minorias étnicas para as converter nos brancos de seus programas anti-natalistas.
Depois de consideráveis esforços do PRI conseguimos acessar às estatísticas oficiais produzidas pelo Departamento de Saúde e Serviços Sociais da Alaska para o período 2003-4. Estas cifras, que cobrem todos os abortos reportados no Estado, confirmaram que o problema não melhorou nos anos recentes. Em 2004, houve 1.934 abortos induzidos em Alaska em uma população de 670.053 pessoas. Do total de abortos 1.353 foram realizados em mulheres brancas, enquanto que 387 foram realizados em nativas de Alaska.
Entretanto, além dos números o que importa em si são as taxas. A população nativa de Alaska constituem só um pequeno 15.4% da população enquanto que os brancos representam o 70%. dentro da população branca estes números se traduzem em um 2.9 de abortos por cada mil pessoas; na população esquimó ou inuit é 3.75.
Por que o número de abortos é tão elevado em um grupo étnico que quase não chega aos 100.000 habitantes que inclusive está espalhado sobre um vasto território? Perguntamos aos funcionários da Diocese de Alaska do Norte, que disseram estar consternados por estas cifras e prometeram remediar esta situação.
Para o Population Research Institute isto tem toda a aparência de uma seleção do objetivo por razões étnicas, que é uma das especialidades de Planned Parenthood.
Que se está fazendo a respeito? Estamos no processo de falar com os líderes católicos da população nativa de Alaska que ficaram em desacordo com estes programas genocidas. Esperamos convencê-los que vão até Washington D.C. onde, apoiados por congressistas amigos, peçam a Planned Parenthood que detenham o genocídio de sua gente.
Mais ainda, através dos líderes nativos tratarão de chegar às mulheres que queiram contar de forma confidencial como foram induzidas a ter um aborto. A verdadeira “liberdade de eleição” significa estar livres de coação, de engano e de promoção exagerada dos serviços de aborto. E estas nativas não a tiveram absolutamente.
Confiamos em que os meios de comunicação nos emprestem atenção. Depois de tudo, é bem sabido das privações que enfrentam estes pequenos grupos no gélido norte. Por que adicionalmente se lhes deve negar ter filhos, o qual representa a única garantia de que possam sobreviver como comunidade nativa no futuro? |