Prezado Amigo:
Bella, o novo filme do cineasta Alejandro Monteverde, é uma produção que dará muito o que falar nos círculos pró-vida e pró-família. Este filme foi levado adiante inclusive filmes semelhantes do mundo do cinema secular. Entretanto, os principais produtores ainda duvidam em apoiar algo que não seja um blockbuster. Por favor, prezado leitor, faça o que estiver a seu alcance para promover este filem e sua mensagem a favor da vida.
Steven W. Mosher
Presidente |
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“Se quiser fazer Deus sorrir, conte a Ele seus planos”. Esta frase, dita pelo ator mexicano Eduardo Verástegui, dá inicio ao filme Bella, um dos mais extraordinários filmes que tive o privilégio de ver. Atualmente o filme está percorrendo diferentes universidades para despertar o interesse de levá-lo ao teatro. Tive a possibilidade de projetá-lo a cerca de 200 estudantes do Christendom College, em Front Royal, Virginia. A experiência foi profundamente gratificante para mim, não só como eterno amante do cinema, mas também como católico pró-vida.
Em agosto de 2006, em uma projeção particular de um trailer porque o filme ainda não tinha sido terminado de editar, e mesmo assim foi elogiado por sua graça, beleza e simples profundidade. Aparentemente a audiência do Festival de Cinema de Toronto teve uma opinião semelhante à minha.
Em setembro de 2006, o mesmo trailer impactou expectadores de diversas visões políticas e religiosas e ganhou o cobiçado People’s Choice Award de Toronto. Para dar um exemplo da magnitude deste triunfo do filme, basta mencionar que dois dos muitos outros filmes apresentados no festival foram Babel e O último Rei da Escócia. Recordemos que estes dois filmes foram muito aclamados e inclusive chegaram a ganhar mais de um Oscar. Por esta razão, ver o filme sumamente melhorado na edição final em Christendom Collage foi uma experiência inesquecível. |
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O Diretor Alejandro Monteverde sabe muito bem que se quiser fazer Deus sorrir, basta contar a Ele seus projetos. |
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Bella conta a história de uma jovem camareira solteira que vive na cidade de Nova York, que engravida, perde o emprego e luta contra a decisão de conservar ou não seu bebê. Enquanto isso, conhece um chef de cozinha latino misteriosamente compassivo, que sofreu uma tragédia no passado, e que representa talvez a única pessoa em sua vida que realmente cuida dela. Durante o desenvolver do filme a tomada de decisão mudará a vida de ambos.
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| Como uma multadão conformada em sua mayoría pela elite esquerdista mundial votou a favor de Bella, tornando-a ganadora do People’ Choice Award? |
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Bella representa não só um triunfo artístico, mas também um triunfo moral e espiritual. Metanoia Films, a pequena produtora responsável pelo filme, descreve sua missão como “utilizar o cinema para marcar diferenças positivamente na cultura e na vida das pessoas”. O filme não contém cenas de provocadora sensualidade ou violência como muitos filmes semelhantes têm. Não há blasfêmias nele. Representa a família como deveria ser: Intacta, amorosa e responsável, ao mesmo tempo em que a contrasta com o vazio da solidão que deixa o individualismo e a promiscuidade. E descreve o aborto como realmente é: como algo espantoso, devastador e uma vã alternativa para os problemas.
Como um filme como este se saiu tão bem em Toronto? Como uma multidão conformada em sua maioria pela elite esquerdista mundial votou a favor de Bella, tornando-a ganhadora do People’s Choice Award?
Seria um insulto à integridade artística de Bella classificá-la como um filme com uma mensagem simplesmente. O filme se recusa a levar à cena qualquer um dos pesados convencionalismos sócio-políticos que infestam muitas dos maus filmes “sérios” de hoje. Simplesmente, não há nada a argumentar contra Bella. Sem pontificar ou moralizar, Bella é artisticamente direta, fortemente impactante e firme a favor da vida. Não tem posturas pretensiosas, nem insinuações políticas super-racionalizadas. É apenas simples e intensa, despertando as emoções básicas que são essenciais para a experiência humana. |
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Tão essenciais de fato, que os expectadores de todas as posturas políticas redenram-se aos pés de Bella.
Nas palavras do próprio produtor Leo Severino: “Você não pode estar em desacordo com a vida”. No final do dia, não existe argumento que a faça ser contra a imagem do bebê, a idéia do pequeno ser humano crescendo dentro do ventre de sua mãe. A vida é universal, não interessa quanta gente trate de reduzi-la a ciência ou a uma fórmula matemática. O filme tira proveito dos fatos e o faz de uma maneira engraçada, mas ao mesmo tempo diretamente nos conduz à inevitável verdade.
Mas Bella precisa de ajuda. As companhias norte-americanas de cinema concordaram em distribuir o filme apenas de maneira limitada, e só no leste como no meio-oeste. Se conseguirem suficiente interesse em outros lugares, interesse expressado em que todos os assentos nos cinemas estejam totalmente esgotados, Bella alcançar um nível mais amplo de distribuição. Assim como aconteceu em A Paixão de Cristo, Bella chegará a mais cinemas dependendo de quão bem ele vai e de quanto interesse exista pelo filme.
Ligue para a Metanoia Films. Mande e-mails. Façam-lhes saber o quão importante é este filme para você. Organize grupos de sua paróquia local e grupos de jovens e consiga famílias que possam ir ver o filme e que o promovam entre seus amigos. O interesse e o entusiasmo que for gerado sobre este filme são fundamentais. Se a resposta for medíocre, os cinemas irão tirá-lo de cartaz rapidamente, antes de que realmente tenha podido brilhar. Está em nossas mãos evitar que isto aconteça.
Os filmes da Metanoia podem ser obtidos através do telefone (310) 500-5097, ou via e-mail contact@matanoiafilms.com |
Colin Mason é o Diretor de Comunicações do PRI |
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