Lamentamos por isso que um mal entendido feminismo coloque a liberação da mulher à custa do assassinato do ser que leva nas entranhas. O aborto é a eliminação de uma vida inocente e, também, a renúncia da mulher a sua condição de mulher. Ao longo da história da humanidade a mulher foi sempre depósito e custódia da vida e sempre a que melhor reconheceu sua dignidade e valor.
Embora os avanços obtidos pela mulher em tantos terrenos, persiste a consideração de que ela tem tão somente um simples valor de uso. A valoração da mulher implica comportamento próprio e leis que a protejam de ser coisificada como objeto, não só na publicidade comercial que chega a todos os lares, mas também aquela que se manifesta de maneira grotesca e desumana através do jornalismo amarelo e, avisos de exploração sexual que alguns meios aceitam. A sociedade e as mulheres mesmas deveriam entender que esse tipo de exposição da mulher erode seus valores em grau tal que destrói o suporte de dignidade e moral que a sustentam.
O fortalecimento da família constitui, por si mesmo, a melhor proteção para as mulheres que sofrem violência.
Preocupa-nos que se veja a defesa e ‘o maior poder’ da mulher como um tema meramente individual, quando sabemos que a maior parte das mulheres de nosso país são mães ou vivem em um ambiente familiar.
A solução às agressões da mulher no seio familiar não é eliminar à família, mas sim fortalecê-la, propiciando uma nova visão, justa, democrática e amorosa da relação homem e mulher na família.
Os países que desprotegeram à família com a desculpa de proteger à mulher se deram conta rapidamente que esta nova situação termina com mulheres cada vez mais agredidas’ e’mais indefesas e vulneráveis’.
Pensamos que a melhor maneira de celebrar o Dia da Mulher implica compromissos por defender sua dignidade e fortalecer à família.
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